DOIS JOGOS DE UM GOL SÓ
Fechando a segunda rodada
do grupo L, em Toronto, seria esperado que a Croácia mandasse no jogo, mas não
foi o que se viu. O Panamá teve a posse de bola, criou opções no ataque e
incomodou a construção croata. E tiveram a primeira grande chance. Aos 15 minutos, Murillo em profundidade pela
direita, foi ao fundo e cruzou forte na pequena área. Fajardo foi na bola e não
conseguiu finalizar. Depois chegaram a carimbar o travessão, numa jogada com
impedimento. Depois da hidratação, os croatas assumiram a posse. Pouco fizeram e só deram trabalho ao goleiro
adversário aos 45 minutos. Baturina na entrada da área, puxou para a perna
direita e finalizou no cantinho. Mosquera espalmou. Por outro lado, os
panamenhos adotaram um ataque mais direto, veloz, e foram superiores no primeiro
tempo. No segundo tempo ambos os times cometeram muitos erros no meio-campo.
Fizeram poucas jogadas até que Stanisic avançou pela direita, tabelou com
Pasalic, foi ao fundo e cruzou, na segunda trave. A bola passou pelo goleiro, e
Budimir apareceu para completar para as redes. Depois do gol, os panamenhos se
lançaram ao ataque, e os croatas tiveram novas chances que não transformaram em
gol. A pressão foi grande, mas não surtiu o efeito e nem mudou o placar. O
goleiro Livakovic foi quem garantiu a vitória da Croácia diante do Panamá. No
segundo tempo, fez, pelo menos, três defesas para parar o adversário. Pelo
grupo K, a Colômbia começou contra o RD Congo dominando as ações, com posse de
bola e até conseguindo dar muitos chutes defendidos por Mpasi. James, Puerta,
Luis Díaz, Muñoz, todos tiveram chances de abrir o placar sem sucesso. A RD Congo teve muita dificuldade para propor
o jogo e desperdiçou as poucas vezes que teve. No segundo tempo a toada parecia
a mesma e até, depois da hidratação, o Congo vivia seu melhor momento quando,
aos 30 minutos, Quintero deu um passe para Córdoba, que fez o corta luz, com a
bola sobrando no bico da área para D. Muñoz bater e a bola desviar em Kapuadi e
passar pelo goleiro: 1x0. Colômbia até que, enfim, abriu o ferrolho congolês. A
Colômbia ficou melhor e Díaz fez dois gols anulados. No fim Congo foi para cima
e quase marca. Porém, a eficiência de seus atacantes deixava muito a desejar. Vargas
só uma vez teve que defender. E foi só. A Colômbia conseguiu o que Portugal não
conseguiu, porém demonstrou mais fragilidade.
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