TURQUIA GANHA NO FIM, MAS NÃO MUDA NADA
Em Los Angeles, os Estados Unidos entraram em campo em ritmo de festa contra a Turquia, mesmo com um elenco alternativo. E vieram com tudo tanto que rapidamente chegaram ao gol, de autoria do lateral-esquerdo Trusty. O jogador recebeu o cruzamento do escanteio e só teve que bater para o fundo das redes. Então, depois de tantas tentativas sem êxito, Arda Guler deixou tudo igual marcando o primeiro gol turco na Copa. E olha que os turcos se notabilizaram por chutar mais a gols sem conseguir marcar nas duas primeiras rodadas. Mckenzie, depois, fez um gol, que foi anulado por impedimento. Os EUA baixaram o ritmo e a Turquia ocupou os espaços, trocando passes no ataque e virando o placar com Orkun Kökçü, que num cruzamento, na pequena área, só escorou para o gol:2x1. Arriscando de fora da área Berhalter deixou tudo igual e os anfitriões voltaram ao jogo. O chute foi tão forte e feliz que afundou a rede do arqueiro turco. Tudo parecia indicar que não era de se esperar mais nada, porém no último minuto da partida Ayhan recebeu um cruzamento na área para escorar a bola para o gol dando a primeira vitória turca na despedida do Mundial. No outro jogo do grupo D, no Levi's Stadium, em Santa Clara, não houve muita emoção. Paraguai e Austrália, precavidos e, de certa forma, na base da malemolência, sabendo dos riscos que corriam se perdessem jogaram na base da camaradagem de amigo da onça: não vamos nos esforçar muito, mas se derem sopa...Por isto foi um jogo arrastado, com as seleções arriscando muito pouco. Estava muito confortável para pensarem em colocar fogo na partida. Volpato ainda ensaiou algum esforço pela Austrália sem nem por isto ser tão intenso a ponto de mudar alguma coisa. E ficou como se esperava: EUA em primeiro, Austrália em segundo e o Paraguai se classificando entre os melhores terceiros.
